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Atingidos pela tragédia de Brumadinho protestam contra a Vale pela ampliação do auxílio emergencial

Por Redação, 19/10/2020 às 18:24
atualizado em: 19/10/2020 às 19:11

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Foto: Adeílson Andrade/ Divulgação
Adeílson Andrade/ Divulgação

Moradores atingidos pelo rompimento da Barragem B1 da Vale, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, protestaram nesta segunda-feira (19) pedindo a ampliação do auxílio emergencial, quantia mensal paga pela mineradora para afetados pela tragédia, ocorrida em 25 de janeiro de 2019 e que matou 270 pessoas — 11 seguem desaparecidas. 

A manifestação reunião cerca de 150 pessoas, que fecharam a rua Tupanuara, em São Joaquim de Bicas, também na Grande BH. Os moradores têm direito ao auxílio por morarem até 1 km das margens do Rio Paraopeba, atingido pela lama de rejeitos.

Incialmente, a quantia de 1 salário mínimo foi paga a todos os moradores de Brumadinho e residente até 1 km do Paraopeba pelo período de doze meses (referente a janeiro a dezembro de 2019). Adolescentes tinham direito a metade do salário mínimo e crianças a 1/4.

No início deste ano, foi definida a redução do valor pela metade e a manutenção dos pagamentos por mais dez meses (até outubro). Algumas comunidades mantiveram o recebimento integral do benefício.
Uma definição sobre a ampliação ou fim do auxílio deverá ser decidida ainda neste mês de outubro.

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